Fotografia analógica – É mais divertido do que você imagina!

OK!!!
Hoje quero conversar um pouco com vocês sobre fotografia analógica e porque ela é tão importante para qualquer fotógrafo, além disso quero compartilhar algumas imagens que eu fiz recentemente usando filme.
O que é fotografia analógica?
Essa é uma dúvida muito válida, muitas pessoas podem não conhecer o termo e estarem se perguntando o que é isso. A fotografia analógica é a fotografia que veio antes da era digital, ou seja é a fotografia de filme. Aquela em que você fazia a foto e tinha que esperar para ver o resultado. Muitas pessoas (Incluindo eu mesmo), não vivemos essa era da fotografia e muitas vezes nunca chegamos a encostar em um rolo de filme.

Rolos de filme Kodacolor 200

Porque fotografar com filme em plena era digital?

Bom essa é a grande pergunta deste post né?! Por isso eu preparei este vídeo para vocês. (Se eu fosse escrever o porque disso eu iria fazer uma monografia, não queremos isso, não é mesmo?)

Onde e qual filme comprar pela primeira vez?

Então já está convencido que é legal fazer fotografia analógica? Está na hora de comprar seu primeiro rolo de filme e começar a brincadeira. Se você mora em São Paulo, o melhor lugar para comprar isso é no centro perto da rua 7 de Abril, lá você acha os mais diversos tipos de filme. Recomendo muito a Foto Ferrara (Lá eles também revelam) e a Angel Foto (ela geralmente é mais cara).

Quanto ao tipo de filme, o modelo podemos dizer. Acho legal começar com um Kodacolor 200. É um filme colorido com ISO 200, podemos dizer que é o mais comum e básico para se começar e você encontra ele por volta de R$ 20,00.
Se você não mora em São Paulo e quer comprar um rolinho de filme recomendo comprar pela Amazon Brasil! Você pode encontrar esse filme neste link aqui! (Se comprar através desse link você estará ajudando a manter esse blog e o canal!).
Depois que você se divertir com o Kodacolor 200, você pode experimentar algum filme preto e branco. Esses filmes geralmente custam mais caro, mas tem uma qualidade superior. Recomendo o Ilford Pan F ISO 50 ou o Kodak T-Max ISO 100! 
O diferencial destes dois filmes, além de serem preto e branco, é a sensibilidade de cada um, eles têm uma sensibilidade menor o que pode dificultar um pouco as fotografias em baixa luz!

Qual câmera usar?

Essa pergunta não é tão importante, mas recomendo usar uma câmera que tenha modo manual. Se você só tiver câmeras compactas e não quiser investir nisso no momento use elas e seja feliz, mas se você tiver um dinheirinho guardado recomendo ir atrás de uma câmera anlógica com modo manual. Eu gosto de usar a Nikon FM10 que tem lentes intercambiáveis e é praticamente uma câmera profissional da época do filme, você consegue achar ela para comprar no Mercado Livre por volta de R$500,00 (mas os valores podem variar dependendo do estado e do vendedor).

Câmera Analógica Nikon FM10

Outras câmeras super populares para fotografia analógica são as Pentax e Zenit! Você consegue achar elas por um valor acessível e elas vão oferecer tudo o que precisa para brincar com os filmes!

Ok! Fiz minhas fotos e agora?

Uma vez feita as fotos você vai precisar revelar elas. Esse processo pode demorar 1 Dia ou 1 Mês dependendo do lugar que você levar. Eu sempre levo no Foto Ferrara e geralmente demora umas 2 Semanas para revelar 1 filme e escanear e o valor fica por volta de R$22,00. Se você não está em São Paulo, acredito que você possa entrar em contato com o pessoal da Foto Ferrara e enviar o rolo de filme via correio, mas recomendaria procurar algum lugar na sua cidade (pode ficar mais em conta).

Filme revelado

Agora que você já fez tudo, basta aproveitar as suas fotografias e compartilhar com o pessoal! Ficarei muito feliz se você me marcar nas suas fotografias! (@gowinther)
Espero que tenham gostado e espero que façam algumas fotografias com filme! Seguimos clicando!
Gustavo Winther

 

 

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Princípios da Fotografia! – Aprenda os conceitos básicos para dominar sua câmera!

OK OK!!

Há tempos não posto aqui no Blog, abandonei ele? Não, apenas estou postando mais no meu Canal do YouTube! Recomendo você passar por lá se você gosta de produção audiovisual e fotografia estou dando muitas dicas sobre os temas!

Bom meu nome é Gustavo Winther  e hoje vim trazer alguns conceitos básicos da fotografia. Quem acompanha meu canal já viu a série princípios da fotografia abordo temas básicos para qualquer fotógrafo. No post de Hoje quero trazer os conceitos sobre como usar o Modo Manual  da sua câmera.

O que é o Modo Manual?

Todo mundo que começa a fotografar cedo ou tarde vai se deparar com o desafio de aprender a usar o modo manual. Ele não é nenhum bicho de 7 cabeças, então, para começar, o que é esse tal modo manual? (Rimas a parte, mas ficou legal).

Modo Manual em uma Câmera DSLR

A câmera fotográfica busca equilíbrio! Toda vez que você aponta para uma cena ela processa todas as diferentes fontes de luzes e “decide” qual é o equilíbrio de luz para aquela imagem, ou seja, ela sempre tenta achar qual é o ponto em que tudo fica “iluminado”, fazendo todo esse processo de uma maneira automática. Ela controla, a partir de 3 grandezas (ISO, Velocidade e Abertura), o quanto de luz vai entrar na câmera para se ter uma imagem equilibrada.

O modo manual da câmera é para você liberar a capacidade de controlar individualmente essas 3 grandezas e decidir o quanto de luz entra ou não na sua câmera. Isso é a famosa Fotometria.

Fotometria é o termo para uma escala de quantidade de luz que está presente em todas as câmeras.

Fotometria Ilustração

Ele indica como a fotografia vai ficar, se vai ficar mais clara ou mais escura, mas para você controlar isso é necessário você entender as 3 grandezas da fotografia ISO ou sensibilidade, Velocidade do Obturador e Abertura da Objetiva.

O que é ISO?

Vamos começar falando sobre o ISO ou sensibilidade do sensor. Toda câmera digital tem um sensor que é sensível a luz, antigamente nas câmeras analógicas esse sensor era o Filme Fotográfico. Esse sensor mede a sensibilidade em ISO. Quanto maior o valor do ISO, mais sensível a luz ele está. Quanto menor o valor ISO menos sensível ele está a luz!

Veja o vídeo que eu esclareço todas as suas dúvidas!!!

Como eu disse no vídeo. Se você usa um ISO de 200 o seu sensor está pouco sensibilizado a luz sendo assim a fotografia fica mais escura. Se você usa um ISO de 1600 o seu sensor está super sensibilizado à luz e sua foto vai ficar mais clara.

E vale lembrar do aspecto estético da imagem! Quanto maior for o ISO da sua câmera mais granulação vai ter na sua fotografia, quanto menor o ISO menos granulação vai ter sua foto, veja o exemplo a seguir!

Sensibilidade ou ISO

O que é Velocidade do Obturador?

A segunda grandeza de uma câmera fotográfica é a Velocidade do Obturador. Esse valor é medido em segundos e frações de segundos e pode variar de 30 segundos até 1/4000 segundo.

Para entendermos a velocidade precisamos entender a mecânica básica de uma câmera. Toda câmera tem uma peça chamada obturador ele fica entre a lente e o sensor e a função dela é controlar o período de tempo que o sensor recebe luz. Temos que pensar o obturador como uma janela que abre durante um certo período de tempo para a luz entrar no quarto. Quanto mais tempo aberto mais luz o quarto recebe e mais claro ele fica. Quando menos tempo aberto menos luz  o quarto recebe e mais escuro ele fica.

Veja o vídeo abaixo onde explico perfeitamente tudo isso!

A velocidade assim como o ISO controla outro aspecto estético da imagem. Quanto mais lento for a velocidade do obturador mais “Borrado” vai ser a fotografia e quanto mais rápido for a velocidade mais “congelada” vai ser a imagem, confira ao exemplo a seguir!

Velocidade do obturador

O que é Abertura do diafragma ou f-stops?

A abertura ou F-stops diferente das duas outras grandezas é uma função da objetiva. Cada objetiva tem uma abertura diferenciada. Essa abertura é responsável pela quantidade de luz que entra na câmera. Ela tem valores que varia de f/1.4 até f/22. Sendo que f/1.4 é o diafragma super aberto, ou seja que permite muita entrada de luz e f/22 é o diafragma super fechado, ou seja que permite pouca entrada de luz.

Um pouco confuso né? Confere o vídeo que não fica nada confuso!!

Além disso a abertura controla um aspecto estético da imagem. Ela controla a profundidade de campo e campo focal da sua fotografia. A imagem é formada por pequenos círculos de luz, quando colocamos uma objetiva para intermediar o processo entre luz e sensor nós adicionamos características estéticas como por exemplo o foco, a habilidade de poder escolher que área da imagem vamos focar. Além disso com a adição do diafragma para controlar a entrada de luz, que é um grande círculo, nós conseguirmos controlar o tamanho do círculo de luz que irá formar a imagem e por consequência isso interfere no capo focal da imagem, que é a área possível para se fazer o foco. Quando mais fechado o seu diafragma for (EX: f/22) maior vai ser seu campo focal. Quando mais aberto for seu diafragma (EX: f/1.4) menor vai ser seu campo focal e mais desfoque vai ter sua fotografia. Confira a imagem abaixo que exemplifica tudo isso!!

Abertura do Diafragma ou F-stops

Essas são as 3 grandezas da fotografia e a partir do entendimento delas e de como cada uma funciona você vai buscar a fotometria correta para sua imagem.

E agora? Vai usar o Modo Manual para fazer suas fotografias? Espero que tenham gostado do artigo, não se esqueçam de dar uma olhada no canal do YouTube! Vejo vocês no próximo!

Gustavo Winther

Como adicionar FLARE nas suas fotografias usando o Celular!

Fala Pessoas, Gustavo Winther aqui e no vídeo de hoje eu trago uma dica super rápida de como adicionar Flare nas suas fotografias usando o celular. Há um tempinho atrás, eu trouxe um vídeo que falava de como adicionar o mesmo efeito usando o Photoshop mas nem todos possuem o software ou às vezes simplesmente prefere editar uma foto rapidamente no celular… Então, descobri o App chamado Lens Distortion, que permite adicionar vários efeitos a sua fotografia! Confere o vídeo!

 

Gustavo Winther

5 Dicas para melhorar sua WORKFLOW no LIGHTROOM! – Vídeo

Fala pessoas! Gustavo Winther aqui e hoje venho trazer um vídeo sobre como melhorar a sua Workflow no Lightroom em 5 dicas! O link para o vídeo está lá em baixo!

Mas para você que não conhece o Lightroom (LR) vou explicar brevemente o que é e para que serve.

O Lightroom é um programa da Adobe para edição de fotografias, mas diferente do Photoshop, ele também é usado para catalogar e organizar as suas fotos. “Como assim?”, você pergunta. Imagina o Lightroom como uma grande sala onde você tem todas as suas fotografias organizadas em pastas (Coleções) onde conseguimos achar as fotografias com apenas um clique, além dessa função de organizar e catalogar, o Lightroom também tem uma sessão de “Edição” onde você pode trabalhar cada fotografia (exposição, contraste, saturação e etc.). A principal diferença dele para o Photoshop, é que o PS é um manipulador de fotografias, ou seja, se você quiser adicionar um dragão em uma foto, você  consegue!

O LR é hoje uma ferramenta essencial para os fotógrafos, um método que agiliza e organiza o seu trabalho, mas existem dicas e “shortcuts” para tornar esse processo mais ágil e preciso! Então confere o vídeo e vire um monstro de LR!

 

Gustavo Winther

PHOTOSHOP – Como adicionar Flare!

Fala pessoas! Gustavo Winther aqui e hoje venho, pela primeira vez, trazer um vídeo falando sobre Photoshop! Essa ferramenta incrível que todos os fotógrafos devem conhecer e amar, e vamos falar de como adicionar o Flare usando o Photoshop!

Para quem não sabe, o Flare é o termo para  quando a luz entra diretamente pela lente da câmera e reflete nos vidros internos da lente criando elementos na imagem. Aquelas “bolinhas” é um efeito estético muito usado em diversas fotografias e ele é sempre muito atraente.

Nem sempre conseguimos fazer o efeito da maneira natural, seja por que a lente não é boa para fazer o Flare, talvez não tenhamos luz suficiente ou está muito nublado, são N fatores podem impedir você de fazer o Flare diretamente na hora da foto, mas podemos adicioná-lo usando o photoshop de maneira rápida e simples! Vou deixar o resto das dicas no vídeo que ficou bem mais fácil e simples de entender!

Gustavo Winther

 

Como comprar sua primeira câmera! – VÍDEO

Fala pessoal! Gustavo Winther aqui e hoje vou estar compartilhando com vocês um vídeo sobre “dicas” para aqueles que vão comprar sua primeira câmera! Eu já fiz um post aqui no Blog falando sobre o assunto (Se quiser dar uma olhada clica aqui)!, mas como algum tempo passou, acho legal levar em consideração outros fatores! (Lembrando que tudo que falo aqui é minha opinião e maneira de ver as coisas.) Acho bom frisar a seguinte questão NÃO é a câmera de R$ 50.000,00  que vai fazer suas fotografias ficarem boas ou ruins, NÃO é quantas lentes você tem que te torna em um fotógrafo melhor ou pior. Já vi muito fotógrafos fazerem uma foto FODA (para falar o português claro), com uma caixa de fósforo, assim como já vi muitos outros com uma câmera último modelo fazendo uma foto “xexelenta”. Eu espero que o vídeo traga uma nova visão para você que vai comprar sua nova câmera e esclareça algumas possíveis “dúvidas” nessa sua primeira escolha!

Gustavo Winther

[Re-Cut] Shape Of You – Ed Sheeran

Ultimamente eu tenho me divertido demais com produções Audiovisuais, como muitos puderam ver pelo meu canal do Youtube, e não só com produções mas também com diversas questões do AV. Entrei em vários grupos no Facebook para ver o que a galera estava produzindo e ver qual era o estilo do pessoal e sinceramente eu fiquei um pouco intrigado com a questão da montagem e da edição. É quase unânime, no senso comum, uma boa edição é aquela cheia de efeitos e transições muito loucas, Smooth zoom, Zoom in, Zoom out,  Luma key, são tantos efeitos que você

não sabe mais o que é o que. Eu comecei a questionar, será que isso faz uma edição ser uma boa edição? E as técnicas de montagem? Será que nesse âmbito comum as pessoas simplesmente ignoram (ou desconhecem) o poder de 2 imagens juntas? Questões que não são superficiais. Se

levarmos em conta que uma boa edição é o uso exagerado de efeitos e transições, então estamos considerando grandes filmes como Apocalipse Now  (que foi praticamente resolvido na edição)um filme ruim? Pessoas podem falar “Ah, mas filmes assim não precisam de efeitos nas transições e coisas assim”, por isso que estou fazendo esse post. Hoje trago o Clip da música Shape Of You do Ed Sheeran e desmonto ele para vocês, para mostrar, que mesmo em um clip, aonde esses efeitos seriam mais usados, não existe nenhum.

Foi um processo rápido, baixei o clip e fui cortando cena a cena, toda vez que eu via um corte eu cortava na timeline do Premiere e no final descobrimos algumas coisas interessantes. O clip tem um total de 4 minutos 23 segundos com os créditos no final. O tempo de clip sem

créditos é de 3m58s15f nesse meio tempo são feitos 165 cortes secos, dentre desses 165 cortes não existe nenhuma transição entre os quadros, nem o Fade In. Alguns quadros tem um certo Slow Motion, mas nada muito complexo. Dentre esses 165 quadros o take mais longo dura 6s6f, que é a cena do Ed dançando com a Jennie Pegouskie, que é a atriz que contracena com ele. Vale lembrar que o Aspect Ratio é de 16.9 e se eu estiver correto tem uma janela de 2.35.1.

Fatores importantes a se levar em consideração: Primeiro, existe um único take que eu acredito ter sido um 3D, que é uma cena da câmera entrando pelo bueiro e saindo em um local com o Ed treinando, mas apenas. Segundo fator importante é a iluminação e correção de cores do clip, temos um Teal and Orange presente em grande parte das cenas junto com um campo focal estreito, o que ajuda bastante na estética do Clip e ajuda na hora da montagem. Terceiro a montagem do clip é feita praticamente com raccords plásticos levando em conta a composição dos takes. Existe um paralelismo da montagem com a música, como vemos no começo do clip quando cada soco que ele dá no saco de pancadas está sincronizado com a batida, um detalhe que dá uma ótima sensação visual.

Ao meu ver é um clip bem resolvido, é agradável de se ver e não tem nenhuma artimanha de edição ou complexidades de transições. Não estou falando que o uso de transições e efeitos  é algo que desvalorize seu trabalho, muito pelo contrário, pode enriquecer muito a sua edição, mas o que eu não concordo é o fato de um trabalho ser considerado bem editado só por ter milhares de efeitos, enquanto um trabalho com apenas cortes secos e montagem inteligente ser considerado com uma “edição fraca” (Claro que isso não é uma regra geral, estou me baseando nas coisas que vejo pela internet, e nem todos pensam dessa maneira). Eu vou disponibilizar o projeto do Premiere para Download (Só clicar aqui), com todos os cortes que eu fiz e caso haja alguma objeção as coisas que eu escrevi estou aqui para debater e repensar! E mais, aqui em baixo vou deixar uma tabela com as especificações do clip desde câmeras usadas para realização, os números de cortes e coisas do gênero, apenas dados técnicos mas que pode ser de curiosidade geral.

 

Gustavo Winther

Processos Criativos – Vídeo

Quem nunca teve uma ideia, mas não soube desenvolver? Isso é mais comum do que você pensa! Tudo isso é parte do processo criativo. Hoje vim falar um pouco sobre esse assunto e dar algumas ideias do que ele é, e como tentar entender, um mínimo, desse processo.

Porque criar?

Essa é uma pergunta muito importante, e talvez, o ponto de partida para você que quer criar algo. Temos que nos perguntar por que queremos criar algo, seja o que for. O ato de criar é um processo digestivo da mente, e quando criamos estamos colocando para fora do nosso corpo sentimentos, angústias, questões pessoais, reflexões e etc. Por isso a pergunta “porque criar?”  é tão importante, pois conseguimos assim, identificar o que queremos dizer para os outros e ficando mais fácil escolher como vamos dizer, o que nos leva à outra questão…

Como vamos contar o que sentimos?

Essa é uma questão importante, como você quer contar aos outros o que você sente? Você pode fazer de várias maneiras como, uma pintura, uma fotografia, um vídeo, um texto, um poema e por aí vai. São infinitas as maneiras de comunicar os sentimentos, o que é importante, é encontrar aquela que, segundo você, represente melhor seus sentimentos. Veja meu caso, a fotografia e o vídeo são as minhas maneiras de transcodificar minha mente em algo mais palpável, e isso é muito pessoal. Existem pessoas que se expressam pela escrita, tem outras que se expressam pelo corpo, etc… O importante é descobrir qual a maneira que você se sente melhor para se expressar.

O medo do julgamento

Criar é algo tão complexo e pessoal que sempre temos medo de sermos julgados pelo o que criamos. Nos importamos muito com a opinião alheia e o que o “outro” vai pensar. Isso sempre prejudica um pouco, claro que ter a opinião do outro sobre o que criamos é importante, mas devemos ter cuidado para que a nossa criação não se torne a criação do outro.

Nunca se limitar

O mais belo do processo criativo é poder imaginar tudo o que queremos e nunca nos limitar. Claro que, quando vamos colocar em prática, algumas coisas não são possíveis por diversas questões, como orçamento ou viabilidade, mas em um primeiro momento da criação, o fato de imaginar além do impossível é primordial e prazeroso.

A criação não tem receita, não tem certo ou errado. É uma manifestação do ser humano. Fiz um vídeo (um primeiro teste nesse estilo) dando 3 dicas simples para ajudar vocês a entenderem mais ainda seu processo criativo e conseguir aumentá-la. Espero que gostem do material!

 

Gustavo Winther

Fotografando a Orquestra Sinfônica do Instituto Baccarelli

Hoje vim fazer um post rápido sobre uma experiência que eu tive no Domingo (18/09/2016) fotografando a orquestra do Instituto Baccarelli. Antes de mostrar as fotos, vou falar um pouco sobre o que é o instituto. Ele é uma organização sem fins lucrativos, tanto que eu fui fotografar eles voluntariamente, está localizado na comunidade de Heliópolis em São Paulo com a missão oferecer uma educação musical (que vai muito além de “só música”) à jovens que estão em uma situação de vulnerabilidade social, o instituto existe desde 1998 e foi criado pelo Silvio Baccarelli. Eu tive a sorte de conhecer o Instituto quando estava no Ensino Fundamental e fui visitá-los com a escola e agora tive a oportunidade de fotografá-lós e foi INCRÍVEL. Além de render belas fotos, é delicioso trabalhar ouvindo a Orquestra, fiquei arrepiado diversas vezes durante a apresentação. Sem muitas delongas, aqui estão as fotos, não tem muito o que falar, imagino que as imagens digam mais.

 

 

Gustavo Winther

Fotografia Documental

Mais um semestre acabou! Como alguns sabem, eu faço o Bacharelado em Fotografia do Centro Universitário SENAC, e durante esse semestre eu tive várias matérias como Still Life, Edição Audiovisual, Direção e Iluminação de retratos e Fotografia Documental. Dentre todas, a última foi uma das que eu mais produzi fotografias. Tivemos um tema de fotografar os patrimônios históricos de São Paulo, podíamosabordar o tema de diversas maneiras, quando comecei, tinha em mente fazer os patrimônios da maneira mais clichê possível, que seria enquadrar o assunto naquele fim do dia onde o céu já esta todo roxeado, o famoso lusco-fusco. Produzi algumas fotografias nesse estilo, no dia da primeira apresentação mostrei essas fotos com mais algumas que tinha feito, que no começo não achei grande coisa, estando crente que ele ia olhar e falar que deveria seguir no lusco-fusco, mas para minha surpresa foi o contrário, ele virou para mim e disse “fazer o lusco-fusco é muito fácil. Você vai lá uma hora do dia, monta a câmera e faz a foto. Já esse outro estilo é mais desafiador, você tem que extrair leite de pedra”. Com isso em mente eu reparei que ele tinha razão, fazer o lusco-fusco não ia aumentar meu potencial, nem iria fazer o meu trabalho fotográfico melhorar, então decidi “extrair leite de pedra” e fazer fotos onde provavelmente não teria nada.

Esse foi meu post para finalizar o semestre, e como incentivo, eu digo para vocês, vamos sempre buscar desafios para melhorar nossas produções, por que o comum é muito fácil, por isso temos sempre que “extrair leite de pedra”. Espero que tenham gostado, qualquer dúvida, sugestão ou crítica estou a disposição, nos vemos em agosto!

Gustavo Winther